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EXTREMOS III

Num dado momento ele tirou o pé, que naquela hora era o esquerdo, se inclinou lentamente e alisando delicadamente meu rosto e parte dos meus cabelos disse. ?Tenho um presentinho especial pra você putinha... E sumiu novamente do meu campo de visão. Nesse momento eu lembro que senti a face esquerda do meu rosto latejar mais fortemente e senti que o cabo do espanador deveria estar todo dentro de meus anus. As lanhadas ardiam e nesse intervalo eu pensei em como inventaria uma desculpa dessa vez. O meu rosto sem dúvida vai ficar diferente temporariamente. E se meu marido visse uma outra marca qualquer? Acho que daria pra ocultar, mas a do rosto... Aí pensei na possibilidade de inventar que fui assaltada e levei uma surra. Meu Deus! Eu devia ter me contido. Eu não devia ter voltado ali. Olha como sou contraditária! Foi nesse exato instante de meus pensamentos que o monstro reapareceu no meu campo de visão exibindo sorridente um enorme pedaço de borracha lisa semelhante a um pênis com a cabeça e tudo, mas não era desses vibradores que a gente vê por aí. E a cabeça era maior que as convencionais também. Parecia algo feito por alguém. Talvez por ele aproveitando uma borracha qualquer. Não sei. Sei que era enorme. Em espessura e comprimento era com certeza bem maior que seu enorme pênis. Claro que eu adivinhava o que ele ia fazer com aquilo. Não! Aquilo não ia caber em mim. Eu ia dizer, mas antes que pudesse vi novamente a bola sendo colocada com rispidez em minha boca e ele sorrindo dava pequenos tapas entre minhas pernas e passava os dedos e as mão em minha boceta naquela posição amarrada de bruços. ?Sempre molhadinha em sua filha da puta. Foi quando eu senti a cabeça da borracha encostar à entrada da minha vagina que instintivamente se contraiu. Meu Deus! Isso não vai dar em mim. Mas ele forçava e uma espécie de agonia foi me invadindo aos poucos. Me ele ia colocando, falando coisas, que ia dar, que e estava muito molhada, que eu já estava ?meio larga? pelo pau dele, que ia dar, etc. E até finalmente a cabeça entrar parecendo me arrombar, tentei abrir-me mais, mas as cordas me retinham apertadas nos tornozelos me deixando mais nervosa. Ele se inclinou para ver meu rosto largando a cabeça da borracha parada dentro de mim. Senti que ele dava um pequeno tapa nas penas do espanador porque a vara enfiada dentro do anus balançou completamente. A dor da invasão da borracha fazia-me esquecer todas as demais dores provocadas por ele naquele sábado. Ele mexeu com a borracha fazendo-a entrar mais um pouco e iniciou um pequeno movimento de vai e vem sempre parecendo entrar mais um pouco e me acrescentando a dor um pequeno prazer. A coisa parecia arrastar até minha pele pra dentro. Eu não acreditava que aquilo estava cabendo dentro de mim. Bati minha cabeça na cama em desespero pra que ele visse que não daria e tentei olhar pra trás pra ver o quanto tinha entrado. Mas sá consegui ver ele sentado ao lado na cama. Seu olhar sádico, monstruoso e deliciado com o que estava fazendo comigo invadiu-me como a borracha que ele enfiava. Ele irradiava seu monstruoso prazer sádico. E o prazer que ele demonstrava me encheu de prazer instantaneamente também. E eu imediatamente desisti de bater com a cabeça pra mostrar meu desespero e resolvi aguentar a dor. Foi quando ele pareceu entrar mais um pouco com a borracha e novamente a deixando parada dentro de mim e com o pau completamente duro se levantou e o encostou em meu rosto tirando a bola da minha boca. Até colocar a cabeça inteira de seu pau em minha boca. Eu já não ousaria mais dizer que a borracha não ia dar como tinha pensado em fazer quando ele tirasse a bola de minha boca. Ao invés disso eu fechei os olhos e chupei o pau dele com prazer renovado. Lambi inebriada de dor e de prazer. Ele ajeitou minha cabeça e começou um movimento de vai e vem ali mesmo meio inclinado, fudendo mesmo minha boca. Seu prazer parecia atingir o ápice. Seus gemidos eram guturais parecendo mais fortes do que jamais eu tinha ouvido, mais altos e eu gemia junto, meio que soluçava baixinho, doída, prazerosa com seus gemidos. Ele esticou seu braço direito e tocou na borracha enfiada em mim e eu senti o meu corpo tremer todo involuntariamente. Mas seus movimentos continuavam em minha boca e minha dor na vagina arrombada era suplantada pelo enorme prazer que parecia aumentar nesse momento. Ele parecia que ia gozar e essa possibilidade me encheu de mais desejo e prazer. Desejo louco de seu gozo, de seu esperma me escorrendo pelo rosto e pela a boca ali mesmo, amarrada. Desejo do seu uivo final, do seu urro de gozo. E quando ele parecia que ia realmente gozar ele tirava o pau me deixando ali com a boca aberta, com os lábios tremendo, pedinte, chorosa com meus olhos voltados suplicantes pra ele. Ele chegou a fazer isso três vezes, mas na terceira eu não aguentei e pedi. Pedi não, foi uma súplica. ?Goza... goza em mim, em minha boca, por favor... Meu pescoço ia cansando e minha cabeça tremia um pouco. Eu chorava e insistia. E sá consegui dele sorrisos sádicos. E nessa hora eu já pensava que tinha valido a pena ter voltado ali pelo enorme prazer que eu sentia e pelas sempre diferentes sensações de fraqueza e medo inebriantes. Era um torpor delirante estar assim completamente à disposição como um mero objeto de prazer. Era extremamente viciante, impossível de viver sem e eu compreendia naquela hora porque voltava até em meus sonhos inconscientes, independentes de mim. E também de me ver assim de um jeito que eu sempre pensava que não era; sempre, por mais que já estivesse estado ali com ele ou com outro qualquer, ou seja, o jeito de uma puta submissa, masoquista, suplicante por se comida, por chupar um pau de outro homem que não meu marido, enfim, sá sendo mesmo uma puta quando sendo infiel... Logo em seguida ele voltou à carga, mas dessa vez sem colocar a cabeça do pau. Foi passando o saco no meu rosto. Eu estava realmente enlouquecida e passava a língua aflita buscando a cabeça enquanto suplicava chorosa com o som de minha voz abafado por seu saco e seus movimentos. ? goza...goza...goza em mim... Meu pescoço doía cada vez mais com minha cabeça tentando se levantar mais um pouco, mas minha boca não parava. Eu precisava de seu gozo. Mas ele me frustrava e me deixava com uma sede cada vez maior por seu gozo, por seu esperma. Ele se levantou e de pé se inclinou e enfiou mais a borracha e em seguida soltou-a novamente. Ela parecia já estar quase completamente dentro de mim e em seguida ele tocou meu clitáris e eu senti que se ele desse mais uns dois ou três toques seguidos, como aquele, eu explodiria em um orgasmo. Mas ele não tocou novamente, ao invés, aproximou a cabeça de seu pau a alguns centímetros de minha boca, mas fora do meu alcance. Eu inclinava a cabeça humilhantemente suplicando para que ele a trouxesse até minha boca entreaberta, pra que ele me deixasse chupar mais, mas ele sá ria se divertindo. Aproximava-se mais com a cabeça e quase a encostava a meus lábios, mas a afastava novamente. Foi quando novamente deu mais um toque sem que eu percebesse que o faria, enfiando novamente a mão por baixo da borracha que quase arrombava minha vagina e alcançando meu clitáris. Minha bunda contraiu-se para cima e eu senti o espanador balançar no exato momento em que soltava um grito de nervoso prazer. Eu queria que ele tocasse mais. Eu queria que ele deixasse que eu chupasse mais. Eu chorava mais. ?Passa sá a língua aí na ponta dele. Isso... assim...bom... E eu passava minha língua obedientemente como podia, de olhos fechados, humilhada; esticando o pescoço, ansiando por mais gemidos do seu prazer sádico. Lembro que nesse momento ele falou algo que quase me fez desfalecer de prazer, um prazer interno, diferente, tão dentro de mim como aquela borracha. ?É uma delicia isso puta. Te ver assim... E eu conseguia sustentar meu pescoço pra passar a língua como podia e desejando sempre envolver a cabeça toda com minha boca, meus lábios, sem ter alcance. Conseguia levantar meus olhos pra ver seu rosto, sua reação de delícia, seu cavanhaque branco, seu olhar monstruoso sobre minha total submissão escrava e prazerosa de sua puta casada. Quando de repente ele se afastou. Ouvi que abria uma gaveta e surpreendentemente ressurgia com uma revista na mão falando ternamente. ?Achei essa revista antiga. Olha essa atriz americana de uma série antiga de televisão de um super herái e atuou em alguns filmes também. Na hora ele falou o nome da atriz que eu não me lembro. ?Olha como parece com você. Era uma revista velha, meio descolorida pelo tempo. Realmente a moça, que eu já tinha visto em algum lugar, mas não me lembrava onde, parecia-se comigo, ou eu com ela, porque com certeza já deveria estar bem mais velha agora. Mas achei aquele comentário estranho, fora de hora. Acho que ele também achou. Tanto que rapidamente se levantou e pareceu guardar a revista onde estava. Percebi que ele se agachava e retirava algo debaixo da cama. Mostrou-me então uma barra de ferro com correntes nas extremidades. ?Sabe para quê é isso, putinha? Olhei seu pau que parecia murchar um pouco e minha vontade era de tê-lo novamente na boca. ?Responde puta! Consegui fazer que não com a cabeça quando imediatamente ele começou a retirar as cordas que me prendiam os braços e as pernas e imediatamente eu abri mais as pernas tentando inutilmente folgar a borracha dentro de mim. Sempre com gestos vagarosos ele retirou a coisa de dentro de mim me fazendo sentir-me estranha, mas aliviada. Vi que ele queria me colocar de barriga pra cima e o ajudei me virando completamente. E nesse instante ele parecia me admirar. Admirar meu corpo. Olhava-me toda demoradamente e fazia pequenos elogios. ?Que pernas deliciosas... Esses seus músculos do lado externo das coxas. E escorria sua mão pelas minhas coxas até que chegou na vagina e a pegou com força fazendo meu corpo todo contrair surpreso e de minha boca soltar um gritinho abafado. Logo em seguida ele esticou minhas pernas que estavam com os joelhos dobrados e as abriu. Prendeu as correntes com rapidez em cada tornozelo deixando a barra que impedia que minhas pernas se fechassem e imediatamente se retirou do quarto. Passaram-se talvez uns cinco minutos quando ouvi lá da sala duas palmas. Ele quer que o chupe! Mas como posso ir até lá com essa coisa nas pernas? Imediatamente imaginei ele mexendo no práprio pau duro em pé na sala me aguardando nu, aguardando minha boca, minha língua... Eu tinha que ir lá! Como? Depois de alguns minutos, novamente duas palma. Eu comecei a me mover. Eu tinha que dar um jeito. Eu precisava de seu gozo. Ou do meu gozo com seu gozo. Olha, não vou detalhar aqui como, acho que até eu não sei, mas depois de algum tempo eu estava no chão me rastejando até conseguir ficar de joelhos e vê-lo na sala como eu tinha imaginado. Em pé mexendo satisfeito no práprio e duro pau enquanto sorria. Nesse momento que eu consegui ficar de joelhos, eu sá ia conseguindo ir bem devagar, bem aos pouquinhos mesmo, com os joelhos doendo quase raspando no chão frio até que finalmente cheguei no centro da sala onde alcançaria seu pau. Era uma alucinação. Era um êxtase histérico poder pega-lo, acariciá-lo e trazê-lo à boca livremente finalmente enquanto o olhava. O choro me voltou convulsivo em soluços intermitentes nesse instante num misto de emoção, prazer e dor. E minhas mãos tremiam nervosas e emocionadas quando peguei seu pau com ânsia delirante ali de joelhos com as pernas abertas presas pela barra. Nesse instante, lembro que quando o vi de baixo pra cima, ele atingia pra mim proporções diferentes. Era uma coisa enorme, parecia um Deus. Não sei explicar. Quando ele gemeu mais alto era quase um gozo pra mim e eu me toquei. Ele aumentava os gemidos que se transformavam em urros de prazer e um delírio invadiu-me completamente. Ele ia gozar! Ele já queria gozar! Ele ia me dar de presente, finalmente naquele dia, seu gozo monstruoso. E seu gozo veio pela minha boca, pelo meu rosto e eu dava pequenos gritinhos e chupava tudo alucinadamente. E comecei a gozar também. Era vertiginoso. Era um delírio sem fim o que eu sentia. Não tem como descrever. Quando vi seu esperma já me escorria pelo canto da boca, pelo queixo e em gotas pelo rosto e seios. E eu viajava vertiginosamente. Seu Uh! mais alto era seguido por um pequeno gritinho meu de delírio. Eu balbuciava, falava assim sem ter muita consciência do que eu dizia. Ia saindo da minha boca em meio ao seu esperma. ?Goza, goza em mim... Ao mesmo tempo em que buscava com sede infinita cada gota de seu esperma que me lambuzava de prazer. Ao mesmo tempo em que respirava completamente o delicioso cheiro do seu gozo de monstro saciado... goza...goza... [email protected]

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