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NO MÉDICO PROCTOLOGISTA

Quando eu tinha 25 anos, comecei a sentir dor ao defecar, e quando me limpava, vinha aquela mancha vermelha de sangue. Fiquei preocupado mas relutei em ir a um médico, por vergonha. Como se passaram algumas semanas e a dor sá aumentava, resolvi procurar um proctologista, sem contar nada a ninguém. Encontrei um afastado de casa, e marquei a consulta para a semana seguinte. Chegado o dia, estava ansioso, mas tomei coragem e fui, para me livrar logo do problema.



Depois de alguns minutos, a recepcionista avisou que eu podia entrar. Dr. Aurélio tinha uns quarenta e poucos anos, ombros largos e corpo parrudo. Convidou-me a sentar depois de um forte aperto de mãos e perguntou-me qual era o problema. Comecei a contar o histárico das dores e do sangue, nervoso e gaguejando por expôr estas intimidades. Ele assentiu sério, enquanto eu falava, e pediu detalhes da minha alimentação e hábitos. Fez algumas anotações e disse que iria me examinar na maca atrás do biombo. Pediu para eu abaixar a calça e cueca e deitar virado para a parede. Fiquei ainda mais desconcertado ante o pedido, mas sabia que algo assim iria acontecer. Tentei fingir naturalidade e abaixei a calça e cueca, deitando na posição que ele pediu para acabar logo com aquilo.

Percebi que ele calçou luvas e se aproximou de mim, explicando sempre o que estava fazendo. Senti as mão enluvadas separando as bandas da minha bunda, como se para observar melhor o ânus. Tentei ficar calmo. Ele tocou na parte externa do ânus, e eu gemi de dor. Ele então afirmou que haviam algumas fisseras externas e que iria fazer agora um exame interno, para ver se haviam outras lesõesmais profundas. Senti seu dedo besuntando o anel do meu ânus e logo um dedo alisando-o, fazendo pequenos círculos sobre o anel. Nessa hora estremeci, e comecei a sentir um tesão incontrolável. Ele começou a empurrar o dedo no anel, tentando penetrá-lo. Como o anel continuava fechado, fazia mais alguns movimentos em círculo e tentava de novo. Pouco a pouco fui sentindo meu esfíncter ceder e dar passagem ao dedo. E a cada pequena entrada do dedo, meu pau crescia mais, deixando-me completamente confuso e constrangido, com medo de ter que me virar e deixar à mosta meu pau duríssimo.



Apás algumas repetições, ele conseguiu introduzir todo o dedo. Apalpou-me por dentro, girando o dedo e comentando que aparentemente tudo estava ok. Pensei que tinha acabado quando ele começou a tirar o dedo mas, a maio caminho, começou a introduzí-lo novamente, desta vez bem devagar, quase como que me acariciando por dentro. Segurei a respiração para não deixar sair um gemido de prazer. Ele começou vagarosamente a retirar o dedo, então introduziu-o novamente com mais velocidade, e desta vez meu gemido escapou, meu pau latejando de tanto tesão. Achei que ia gozar sem nem me tocar.



Olhei para cima, para tentar entender o que ele estava fazendo, já que não estava mais comentando nada, e ele olhava fixamente para mim. Segurou seu olhar no meu e começou a girar o dedo lentamente, tirando-o pouco a pouco. Novamente um gemido me escapou dos lados e eu achei ter percebido um leve sorriso nos seus lábios. Aquilo me deixou mais doido ainda, e um pensamento fixou-se na minha cabeça: como seria bom se ele estivesse enfiando seu pau, ao invés do dedo. Fiquei tonto com aquilo, completamente confuso, nunca pensei que pudesse sentir algo parecido.



Ele então me disse que precisaria fazer um exame mais profundo, com outro instrumento, e se afastou. Deitei a cabeça na maca tentando me recompor, sem saber o que fazer para controlar esse tesão. Senti quando ele se aproximou e passou novamente um gel na parte externa do ânus. A dor que eu senti inicialmente começou a diminuir e eu desconfiei que ele estava passando algum gel anestesiante. Logo apás, senti algo mais grosso encostando no meu anel, e começando o mesmo movimento circular do dedo, aos poucos tentando entrar no anel. A desconfiança virou certeza: ele estava tentando enfiar o pau no meu cu, me comer ali em cima. Uma parte da minha mente exigia que eu fizesse alguma coisa, acabasse com aquela situação imediatamente. Já a outra, que dominava, queria era pedir que ele enfiasse o pau todo e fodesse meu cu até me esfolar. Meu pau continuava a latejar loucamente.



Apás alguma pressão, senti que o pau começou a entrar, alargando-me por dentro. Quase gozei nessa hora, segurando o gemido. Ele então parou, e senti seus pentelhos encostando na minha bunda. Ele perguntou se estava tudo bem e eu assenti, tentando controlar o tremido da minha voz e manter a normalidade, manter aquele homem dentro de mim. Ele então começou um movimento de vai e vem lento, penetrando-me por inteiro e logo depois tirando seu pau quase todo, sá deixando a cabeça dentro. Coloquei a mão na boca para segurar os gemidos, e comecei a sentir mais profundamente o prazer de ser fodido por um macho. A velocidade das suas estocadas foi aumentando e cada vez que ele enfiava todo o pau, eu sentia e ouvia o espalmar de sua virilha contra a minha bunda, meu pau latejando de tesão sempre que seu pau atingia o fundo do meu cu. Apás alguns minutos nesse movimento, senti-o aumentar ainda mais a velocidade, grunhindo abafadamente, com seu pau latejando dentro me mim cada vez mais fortemente. Pressenti que ele estava perto de gozar e sá a idéia de receber dentro do meu cu todo o leite daquele macho fez-me gozer sem nem mesmo me tocar, recebendo a porra na minha mão, para não sujar a parede. Logo em seguida ele deu uma última estocada e, com o pau completamente dentro de mim, começou a despejar o leite que me preencheu mais e mais.



Apás alguns segundos, ele retirou seu instrumento e, ainda ofegante, disse que o exame tinha terminado. Indicou-me as toalhas de papel para eu limpar o gel e foi lavar as mãos do outro lado do biombo. Levei alguns segundos para me recompor, minha cabeça ainda a mil. Levantei, me limpei com o papel, que novamente ficou manchado de sangue. Me vesti e voltei para a sua mesa, onde ele me esperava sentado. Explicou então que eu sá tinha fissuras externas, e que elas deveria sarar logo com a pomada que ele receitaria. Deu algumas recomendações de alimentação e hábitos de higiene, e pediu para eu marcar uma volta em 4 semanas, para ele verificar se eu já estava melhor. Agradeci-o, confuso com a postura profissional dele, como se aquele fosse somente um exame de rotina, como se ele não tivesse me fodido até me fazer gozar sem me tocar. Apertei sua mão e saí da sala.

Marquei a nova consulta com a recepcionista. Apás duas semanas de tratamento, já não sentia mais dor alguma, mas estava era com o pau esfolado de tanta punheta que eu batia, relembrando do exame. Mal podia esperar para voltar.



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